Matérias / Irati de Todos Nós

22/03/18 - 09h14 - atualizada em 30/04/18 às 10h41

“IRATI – Um pouco de cada um de NÓS” - Parte II

Programa “IRATI DE TODOS NÓS” veiculado dia 24.03.2018

José Maria Grácia Araújo

Prezados ouvintes, espero que tenham gostado do meu programa do sábado passado, dia 17 de março. Ele estará subdividido em partes ou capítulos e discorrerá como não podia deixar de ser, sobre a nossa querida IRATI – nosso RIO DE MEL. No dia de hoje, estarei apresentando a todos vocês, a segunda parte dessa belíssima história que vos trará, ainda mais, conhecimentos sobre o surgimento e desenvolvimento da nossa querida IRATI.

Bom proveito, somado ao meu boa tarde desejando que vossos lares e vossos corações estejam repletos de muita paz, harmonia e amor.

Nossa Senhora das Graças

IRATY – Origem do nome

O nome iraty foi escolhido por Pacífico de Souza Borges e Cipriano Francisco Ferraz, que eram vizinhos e habitavam a região onde hoje se localiza a cidade de Teixeira Soares. Ambos recém casados e de muita coragem, segundo relatou em 1975, Bonifácio Francisco Ferraz, 93 anos, filho de Cipriano, de que ouvia essa história que aconteceu há mais de 120 anos: Pacífico e Cipriano avistaram as serras que existiam por essas bandas e subiram numa árvore para ver o que havia pra os lados de cá. Um dia resolveram embrenhar-se no mato, seguindo de canoa pelo leito do rio Imbituva Grande, depois através do Imbituva Pequeno, da direção da nossa região, alcançaram o rio Assunguizinho. Abandonaram o rio, entrando pelo mato, foram sair num lugar onde acharam uma abelheira (Colméia) com três entradas, uma rente ao chão e duas próximas do tronco. Batizaram o lugar com o nome das abelhas: Iraitins, local onde hoje esta localizada a Vila São João. Tudo ainda era sertão. Não havia nenhum morador. Comiam carne de tateto, de um tronco seco fizeram uma gamelinha para temperar suas caças. Seguiram em frente e encontraram uma grande lagoa, deram nome ao local de Lagoa (Hoje nosso bairro da Lagoa). Continuaram caminhando e se defrontaram com um arroio que tinha em suas margens um imenso papuanzal (Capim utilizado para confecção de acentos e encostos de cadeiras rústicas). Cipriano enrolou a língua e chamou o capim de Camacuã e assim crismaram o local. Neste local foram atacados por uma onça, que Pacífico e Cipriano espantaram com gritos e tiros de “pica-pau” (Uma espingarda de socar pelo cano). Seguindo mais à frete se depararam com um grande potreiro coberto de capim e grama, onde muitas antas pastavam, indo beber água em um rio de águas bem cristalinas. Ao local a dupla deu o nome de Rio Bonito e o Rio, batizaram de Rio das Antas. Já havia se passado mais de uma semana, desde que os aventureiros tinham saído de seus ranchos, á margens do Rio Imbituva Grande. Então resolverão finalizar sua aventura e iniciaram a volta para casa, retornando ao local onde haviam deixado sua canoa, partindo ao reencontro de suas famílias. Os batismos haviam sido feito.

Iratim, Lagoa, Camacuã, Rio Bonito e Rio das Antas, todos escolhidos por Pacífico e Cipriano nos idos anos de 1830.

Pacífico e Maria da Piedade

MEMÓRIAS MUITO DISTANTES de Maria Sequinel da Luz

Meu tataravô era inglês e chamava-se Manoel Menis, o cartório registrou, Mendes. Os primeiros pioneiros que vieram não tinham nenhum documento e optavam por qualquer outro nome que lhes agradasse. Meu tataravô ficou sócio do Benedito José Fernandes, que era o posseiro mais antigo de todos, ficaram compadres. Suas terras vinham desde o Rio d’Areia até as serras do Caratuva, um mar de pinheiros com mais de20 mil alqueires. Um dia, porém, o Monge João Maria, quando a esplanada da estação ferroviária da vila já estava pronta, avisou: “FELIZ DAQUELE QUE ESCAPAR ANTES DA MÁQUINA APITAR NA CURVA DESTE CAMINHO DE FERRO”.

Meu tataravô, que era amigo do Monge, vendeu suas terras a seu compadre Benedito, por 95 mil reis, arriou cinco mulas, que usava para levar erva mate até Paranaguá e na volta trazia sal e foi embora para Campo Mourão. Por ele ter sido grande plantador de couve e ao partir deixou a casa fechada e o povo sempre dizia que ele abandonará o seu Covalzinho. Porém o velho voltou para morrer em Irati já com 137 anos de idade e sua mulher, Dona Paulina Menis Capote, alguns meses depois, também faleceu com 117 anos, lembra João Farias de Oliveira. O monge era muito respeitado por essas bandas, dizia João Farias, muito quieto e calado, fazia curativos, pedidos na fé de Deus. Pedia macinhos de couve como pagamento, era poderoso e morava em Taió, sua irmã, Serva Cândida, no Mato Branco, em Imbituva. Logo que começou a povoação dos Cochinhos vieram muitos turcos montar suas vendas. Juntava povaréu quando o Monge aparecia e lá tinha um olho d’água onde ficava sentado recebendo o povo. Os Cochinhos estava dentro da mesma posse do meu tataravô.

A memória do meu avô João Menis é muito ampla e rica..

- Só com Caetano Zarpellon, que tinha serraria em Porteira, contava-me ele, trabalhei trinta anos. Aprendi com seu Caetano a desmontar e remontar sua locomóvel existente lá na Apiaba. Um dia o seu Caetano emprestou cinco mil pinheiros aos irmãos Carollo de Guarapuava. Trabalhei junto com o Pacífico Borges, ele foi o primeiro Carroceiro de Irati, era contratado da Estrada de Ferro para transportar mercadorias, tinha quatro cavalos em sua carroça. Puxava erva e outras coisas mais. Onde hoje é a Moageira, ali perto da estação, existia um ponto de compra e venda de erva. No começo de Irati a turcada entrou firme. Quem financiou muitos serradores de Irati foi Luiz Varella que tinha beneficiamento de madeiras em São Paulo. Eu era professor, disse João, de manhã trabalhava e a tarde dava aulas. Ensinava o que sabia, ia ensinado e aprendendo. Quando o Harmuche montou a serraria no Rio do Couro, fui trabalhar na estrada de ferro Riozinho a Guarapuava. Lá fiquei por dois anos.

Meio de Transporte
O engenheiro era um português chamado Abel Nunes. No Rio do Couro, os moradores mais antigos eram o Vicente Procópio e o João Franco. Os primeiros italianos do Rio do Couro foram o pai do Primo Campanharo, o Antonio Mello, o José Jacumasso, o Fortunato Campanharo e o Fortunato Maneira. Os primeiros habitantes do Caratuva eram todos das famílias Fernandes. Nessa época o Caetano Zarpellon tinha ali uma usina de luz.

Nhá Cota era casada com Laurindo Gaspar. Nhá Conta e Nhá Maruca, conhecida como Nhá Pedrosa, me ensinaram a rezar. Os Pedrosos eram inquilinos dos Rocha. Rocha, Pedroso e Gaspar eram donos das terras antes da imigração. Dinarte Garcez me deu as terras onde eu moro. Tenho em bom mandiocal nascendo e um grande bananal. Anote essa curiosidade contada pela senhora Maria: “O primeiro nome do Canhadão era Gamelão dos Felizes. Como eu disse, meu tataravô era parente dos Vikings e amigo do monge João Maria”, conclui Dona Maria Sequinel da Luz.

Eita! Histórinha porreta sêo! Acredito que meus amigos lá do Canhadão, Caratuva, Rio do Couro, Apiaba e outras localidades mais do nosso interior não conheciam muitas das curiosidades históricas que acabei de lhes relatar, não é mesmo?

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SINFONIA IRATIENSE

Altino Borba

Irati 1907

Era uma vez um povoado que nascia... 15 de julho de 1907. Acredito que sou oriundo deste romântico período. Brincamos todos juntos, em nossas infâncias. Pois em 1909 nosso pai, José Borba, fora removido para cá, para ser agente da estação da Estrada de Ferro São Paulo Rio Grande. Eu e meu mano Paraílio despontávamos para os deslumbramentos do mundo. E Irati nascente foi um teatro fabuloso das nossas aventuras juvenis. E como foi... Chegamos num vagão e dentro dele permanecemos por muitos dias, pois a moradia do agente estava ocupada pelo guarda-chaves. I Inácio Susco teve, então, de procurar outra habitação. Depois fomos conhecendo a gente do lugar; Nhô Pacífico, Nhô Machadinho, o caudaloso Rio das Antas e o poço do Monteiro. Mas a vida não ficou só na flauta. Papai nos levou ao Grupo Escolar, no prédio dos Camaristas. Em frente a escolinha da Dona Nóca. Tremi quando papai disse ao professor Mongruel: “Não tenha pena nem dó”. A ordem era mantida com a palmatória. Aos poucos fui conhecendo o Nhô To, o Cazito, O Rozala, o Doca, o Arion, o Primo, os Floriani, Eurico Xisto, Mario Esculápio, Plínio Teixeira, Alderico Pires, Felix Horilka, entre tantos outros novos amigos.

Francisco de Paula Pires

A vila aumentando. A colonização polonesa entrou firme. A turcada foi chegando e o comercio deus seus primeiros passos. No princípio a plataforma da estação era o ponto de maior movimento da vila. Quem recordasse o nome Covalzinho seria logo hostilizado. O local, agora era Iraty. Surgiu a primeira farmácia do Toca Ribas, depois a dos Lapeanos, Antonio e Artur Xavier da Silveira. As moças se animando, casórios se ajeitando. A política aconteceu: Pica paus e Maragatos, sei lá. Os chefes adversários eram dois coronéis: Chico Pires e Antonio Sabóia. Às vezes o Matoso pelo meio, puxando o revolver por qualquer coisa. A polacada laboriosa descobriu a mina da batatinha. Alguém lidava com erva-mate. O Wasilewski plantava melancia no morro, fabricava pães gostosos e, quando progrediu, investiu no cinema que era operado pelo Nenê Ribas. E teve a primeira motocicleta da vila. A primeira bola de futebol foi trazida pelo Antonio Xavier e foi na frente da Farmácia Apolo, com o Artur, o Freduca, o Schulemberger, o Caçarola, O Valentim, o Primo, o Álvaro Pires e o João Bota, ensaiamos os primeiros chutinhos. A Vila foi crescendo. A sensação maior era a passagem de um trem de soldados que ia combater no Contestado. A chamada Guarda Nacional arregimentava patriotas e distribuía patentes. Chegou, então, a fase na mistura de raças. As famílias foram se formando, com a casamento de sírios com italianos, brasileiros com poloneses, nacionais com estrangeiros e a sociedade se estratificou. Lá no alto, pontificavam o Abib e Felipe Mansur; Abrão e Salim Curi; Assef Garzuze, Gracia, Gomes e Bufrem. Mais em baixo, Estanislau Fredorico, Miguel Doniak Ruteski, Broboski, os Fillus e os Olkoski, na zona da estação, o João Posselt, o Basílio Floriani, o Theodoro Cichewicz, Nhô Panphilo e o Leodoro Pofhal, dono do Hotel Cometa. Na periferia, os Anciutti, Os Galicioli, os Calderari, os Zarpellon, os Rizental, os Cavallin, os Vizinoni, os Rebesco e, se não me engano, o português Feliciano Castanho. E a vilinha com ares de cidade. Já havia delegado de polícia, coletoria e fábrica de cerveja do Matoso. E o time de futebol. A primeira grande guerra européia comendo solta. Os guris de Irati imitando as potências beligerantes. Os de cima eram franceses, os de baixo, alemães. O Ione era o Kaiser e eu o Mosuline... a batalha decisiva, nas margens do Rio da Antas, foi uma odisséia militar. O Luiz Felipe pagou uma dúzia de gasosas vermelhas para os vencedores.

Emilio Batista Gomes

Da guerra me sobrou um ajudante de ordens, o João Corvo. Onde andará ele? As netinhas do varão Manoel Gracia, as filhas do madeireiro Emilio Gomes, eram as moças mais lindas do lugar. Um dia, após uma cervejada, houve séria divergência entre meu pai e o alferes Crespo, que era o delegado e deu voz de prisão ao meu velho. Papai alegou incompetência legal da autoridade e foi em casa buscar sua patente de capitão da Guarda Nacional. O alferes examinou o documento, acatou-o, fez continência e estilo e... Prosseguiram a festa. Bons tempos. Modéstia de lado, sempre me destaquei na molecagem, mas com respeito cristão. Tenho até hoje o santinho que o vigário me deu, na igreja, ao termino do catecismo. E com louvor. Mas, naquele tempo, eu também adorava aquele rostinho maravilhoso da Idelzira Peixoto... Os irmãos Xavier montaram o Iraty Sport Club e as vitórias se sucederam. São Mateus, Mallet, Teixeira Soares, Porto União, Imbituva. Mas um dia a turma teimou em jogar com o Operário de Ponta Grossa. Foi um desastre. Oito a zero. E o Juiz diz-se que ajudou um pouco o ISC. Papai formou uma orquestra para tocar no cinema. O Susko na rebeca e o Augusto Salmon na flauta, Os primeiros seriados, um estouro: Os vampiros e judex. Até que vieram os filmes americanos; As aventuras de Miss Elaine. O grupo escolar passou a ser dirigido pelo professor Adolfo do Nascimento Brito.

Estação
Mas o mestre que mais gostei mesmo foi o professor Meônidas Ferreira |Costa. Cantava conosco “Os meus oito anos”, de Casemiro de Abreu. Outra geração foi surgindo, com novos elementos se ombreando, com a piazada pioneira: David Araújo, Chico Viana, Zeferino Bittencourt, Julio Veiga, Artur Peixoto.Manoel Vasconcelos, Albino Vieira, Paulo Xisto, Alcides Boese, Manoel Lisboa, Alcides Ferreira, Antônio Cândido Cavallin, Santos Thomaz, Os Dalegrave e outros mais. O velho Esculápio e Nho Arcélio Teixeira se fixaram como figuras mitológicas. O Matozo acabou sendo assassinado na plataforma da Estação Ferroviária. Depois da gripe espanhola, nos fomos de mudança para Ponta Grossa e ficamos longamente distanciados da bucólica vilinha do Iraty, que nunca mais se apagou da nossa memória. Embora longe, porém, continuamos acompanhando a sua maravilhosa evolução, através do Correio do Sul e dos versos magníficos de Virgilio Moreira. Muitos já se foram para a outra margem da vida. Alguns se extraviaram pelo Brasil e uns quantos subiram a posições elevadas. A todos os meus companheiros envio o meu saudoso abraço, neste momento em que Irati já é uma grande cidade do Paraná. Altino Borba.

UMA VILLA ILUMINADA

Iluminação Pública

“ Com a entrada do ano novo, inaugurou-se a iluminação pública, sendo esse um serviço de que muito ansiada a villa. Começamos como todo o principiante pobre deve começar, com doze lampiões belamente construídos pela firma José Gravinu e Filho, que foram distribuídos em diversas partes da villa, não ficando completa a iluminação, pois para atender os lugares maus precisos, seriam precisos ao menos mais seis lampiões, que a Prefeitura tratará de mandar instalar tão pronto seja possível. Como sabeis, diversas localidades cobrarão o imposto predial, que sempre é lançado para atender a iluminação e não obstante muitas delas não são iluminadas, não tendo instalada a luz antes do imposto. Não me parece fora de tempo propor a ilustra Câmara a criação do referido imposto, ainda que pequeno, para melhor atender a conservação da iluminação”. Este texto, de 10 de janeiro de 1908 foi extraído do livro de atas da Câmara Municipal de Iraty, n. 01, pág. 47. O documento registra que em poucos dias a Prefeitura expediu dezoito Cartas de Datas a cidadãos que estão tratando de edificar seus lotes. A lenha da abertura das ruas foi vendida a estrada de ferro. A Câmara possuía então doze alqueires de terras, aproximadamente, no quadro urbano e rocio. Fato considerado relevante para uma Câmara com apenas seis meses de vida. A Câmara era então, o poder dominante, como no tempo das intendências, antes da Constituição de 1891 e primeira eleição de prefeitos em 1892.

Prefeitura Velha

Na mesma sessão da Câmara, Vicente de Benedicto apresentou ante-projeto de lei, assim redigido:

“É concedido al cidadão Generoso Ozório da Rocha ou a empresa que o mesmo organizar, concessão para o uso e gozo por vinte anos a contar desta data, para instalação da iluminação elétrica pública e particular desta Villa.

Artigo 02 – O concessionário obriga-se a instalar nas ruas e em lugares públicos que forem designados o número de focos necessários, ao preço máximo de dois mil reis por foco de dezesseis velas.

Artigo 04 – Concede-se o prazo de quatro meses para o início dos trabalhos. A instalação tão esperada, não prosperou.

O Camarista Manoel Pires de Andrade, em 22 de novembro de 1910, apresentou ante-projeto de lei autorizando o Executivo contratar com que melhor vantagem oferecer, a iluminação pública desta villa. Em setembro de 1911, foi apresentada proposta para organização da iluminação pública na villa pelo cidadão Arcélio Baptista Teixeira, sendo-lhe facultado utilizar a força hidráulica do Rio das Antas, fazendo por sua conta as obras necessárias. O preço que poderia ser cobrado de casas residenciais ficou definido em 300 reis por vela, com desconto de 10% para instalação de 50 velas ou mais. E a luz para a Câmara e Cadeia seria gratuita. A iluminação das ruas seria, no inverno, das cinco da tarde as seis horas da manhã; e no verão, das sete da tarde ás quatro da manhã. A Câmara fiscalizaria e aplicaria multa aqueles que amarrassem animais nos postes, atirassem pedras nos focos ou brincassem com papagaios de papel nas ruas iluminadas.

Soltar Papagaios

Foi concedido o prazo de seis meses para o início dos trabalhos e mais seis meses para o seu término. Porém, em 1911 o concessionário solicitou mais seis meses de prorrogação dos prazos, tendo em vista ter recebido somente parte do material e outra parte que dependia de aquisição na Europa, demoraria um pouco mais. A assinatura do contrato de concessão para iluminação da villa, com Arcélio Baptista Teixeira, ocorreu em 22 de novembro de 1911, sendo prefeito Antonio Teixeira Sabóia. Em maio de 1913 a Câmara autorizou o prefeito a chamar concorrentes para a iluminação da Villa. Em outubro, três propostas haviam sido apresentadas: Bernaldo Sávio, Antonio Braga dos Santos Ribas e Manoel Gracia & Cia. Esta última foi a vencedora com as melhores vantagens e mesmo porque as outras não estavam seladas. Entretanto, Manoel Gracia faleceu misteriosamente em 14 de abril de 1914. A Instalação da iluminação pública e particular, das ruas e das casas, ocorreu no dia 08 de dezembro de 1918, ás 19 horas em solenidade acontecida na Câmara Municipal. Na fase inicial de toda esta história da iluminação elétrica do nosso município, bem como aconteceu no conto O pequeno príncipe de Exupéry, tivemos em nossa cidade a figura do acendedor de lampiões. Agora, próximos de completarmos 111 anos da emancipação do nosso município, precisamos conhecer a nossa história, valorizar a nossa memória, a fim de enaltecermos a nossa querida aldeia IRATI – Nosso caudaloso RIO DE MEL.

Bem, meus amigos ouvintes, quero vos informar que estamos apenas na parte II dessa bela série que intitulei de:

IRATI – UM POUCO DE CADA UM DE NÓS.

Ainda teremos, mais alguns emocionantes capítulos. Não deixem de nos acompanhar e vibrar sempre com um pouco mais da nossa história que é a historia da nossa gente.

Até o próximo sábado que aqui estaremos mais uma vez com todos vocês, nossos amigos e ouvintes.


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