Matérias / Irati de Todos Nós

15/09/16 - 17h09 - atualizada em 20/09/16 às 11h45

Municípios e a origem de seus nomes

José Maria Grácia Araújo                      

                               

Muito tenho falado, em meu programa, sobre minha querida IRATI e a sua história. Porém acredito que ouvintes de outros municípios vizinhos também acompanham a nossa programação. Desta forma, no programa de hoje, quero homenagear também nossos irmãos regionais contando um pouquinho de suas tradições. E para deixar ainda mais completa esta narrativa de hoje, incluirei também, detalhes sobre a historia do nosso estado e sua capital CURITIBA. 

Curitiba

Início de Curitiba









O meu boa tarde a todos os ouvintes do meu programa IRATI DE TODOS NÓS, iratienses ou de municípios vizinhos, desejando-lhes muita paz, harmonia e amor em seus lares e em seus corações.

Agora sim, vamos logo ao importante assunto do programa de hoje, assunto que nos fala sobre a origem das denominações do espaço em que habitamos.


ORIGEM DO NOME PARANÁ

     A denominação “PARANÁ” vem da língua GUARANI e quer dizer (“para = mar + “anã” = parecido, parente, semelhante, rio grande, rio como o mar, rio semelhante ao mar).

     Originalmente a pronúncia correta do termo era PARANÃ, porém, com o tempo alterou-se a acentuação da última vogal, e chegou-se a pronúncia atual de PARANÁ.

     A denominação PARANÁ, dada ao Estado da Federação, surgiu a partir de 1853, no período da elevação da então Comarca de Curitiba, que era jurisdicionada à de São Paulo, á categoria de Província.

Província do Paraná 1866

     

Zacarias de Goes
A sanção do projeto que criou a Província do Paraná foi do Senador Honório Hermeto Carneiro Leão (Marquês do Paraná), da Província de Minas Gerais.

     Até então o nome que prevalecia para a porção territorial que hoje compõe o Estado do Paraná era Curitiba, em função da denominação da Comarca. Nos livros, documentos e jornais da época conhecia-se este território, então paulista, por Comarca de Curitiba.

     A Lei Imperial nº 704, de 19 de agosto de 1853, sancionada pelo Imperador D. Pedro II, criou a Província do Paraná.

     Art. 1º - A Comarca de Curitiba, da Província de São Paulo fica elevada á categoria de Província, com a denominação de Província do Paraná. Sua extensão e limites serão os mesmos da referida Comarca.

     A forma como surgiu a denominação do Estado do Paraná foi impositiva. Não houve consenso. Foi uma decisão “de cima para baixo”. Se prevalecesse o bom senso continuaria o nome da antiga Comarca de Curitiba. O primeiro Presidente da Província do Paraná foi Zacarias de Góes e Vasconcellos, que governou de forma brilhante, deixando seu nome marcado pelas ações acertadas de sua administração. 



Etimologia do nome CURITIBA

     O ESTUDO ETIMOLÓGICO DA PALAVRA Curitiba É COMPLEXO E VARIA DE ACORDO COM OS MUITOS AUTORES. Segundo Antenor Nascentes trata-se de termo de origem tupi “ku’ri” + pinheiro + “tuba” sufixo coletivo (muito, bastante) muito pinheiro, pinhal. Antiga Curitiba, oficialmente com “o” na primeira sílaba, ficando CORITIBA, que aparece como “cure” = porco + “tyba” = muito, bastante – abundância de porcos.

Nossa Senhora da Luz dos Pinhais

     Curitiba foi oficialmente estabelecida através do Decreto-Lei, assinado em 1919, pelo presidente do Estado do Paraná, Affonso Alves de Camargo, pois até aquela época escrevia-se o nome da cidade de duas formas, CURYTIBA e CORYTIBA.

    As primeiras movimentações no território curitibano se deram através de Paranaguá, via estrada do Cubatão, e ocorreram por conta de expedições ou bandeiras, que vinham á cata de ouro. Os primeiros nomes que aparecem na história curitibana, depois de Ébano Pereira, são Balthazar Carrasco dos Reis e Matheus Martins Leme. O primeiro nome da cidade foi Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, mais tarde Curitiba. Mas, se levarmos em consideração os registros do Dr. Raphael Pires Pardinho, Ouvidor Geral da Vila, em 1721, admite-se o ano de 1661 como oficial. 

     Há uma lenda a respeito da fundação de Curitiba, contada por diversos historiadores, á qual estão ligados os grupos de primitivos povoadores, representados pelas famílias Seixas, Soares e Andrade. Estes bandeirantes, em época incerta, teriam convidado o cacique dos Campos do Tindiquéra, ás margens do Rio Iguaçu, para que lhes indicasse o melhor local para a instalação definitiva da povoação. O cacique, á frente de um grupo de moradores, trazendo na mão uma grande vara, após andar muito, percorrendo grande extensão de campos, fincou a vara no chão e disse “AQUI”, sendo que neste local foi erigida uma pequena capela, construída de pau-a-pique, no mesmo lugar onde atualmente se encontra a Igreja Matriz de Curitiba, sendo substituída por outra, feita de pedra e barro, que serviu á comunidade de 1714 até 1866, quando foi edificada a Catedral Metropolitana.

Vicente Machado

     Em 1894, por causa da Revolução Federalista, Curitiba foi invadida e dominada por tropas revolucionárias. Nesta época, toda a cúpula governamental, liderada pelo governador em exercício, Dr. Vicente Machado, abandonou a capital, refugiando-se em Castro, só retornando a Curitiba após o fim do cerco.

Agora vou lhes falar sobre a etimologia do nome da nossa querida IRATI

      IRA = MEL + TI = BASTANTE – TERRA DE BASTANTE MEL ou RIO DE MEL.

     O topônimo IRATI é de origem guaranítica, embora o seu radical EIRA = MEL, abelha, seja idêntico na língua tupi, segundo estudo etimológico e lingüístico efetuado pelo Professor Francisco Filipak.

     As terras que compreendem a região de IRATI, em passado distante, pertenciam aos índios. Esses índios seriam os CAIGANGUES ou tupis. Vestígios dessa antiga civilização, pedaços de vasos de barro, machados de pedra, tigelas ou pilões e braços de pilão, pontas de flechas, ainda são encontrados na sede do município e outras regiões.

Os Kaingangues

     A denominação IRATI teria ocorrido em 1829 ou 1930, escolhida por Pacífico de Souza Borges e Cipriano Francisco Ferraz, que vieram, procedentes da região de Teixeira Soares, conhecer o sertão e desbravar as terras e rios da região.

    As primeiras famílias que habitaram a região do Irati Velho, hoje Vila São João, teriam vindo de Palmeira, Campo Largo, Lapa, Assungui e Curitiba em 1865. São considerados pioneiros do COVALZINHO, antiga denominação de IRATI: Pacifico de Souza Borges, Francisco de Paula Pires, José Monteiro, João Thomaz Ribas, Lino Esculápio Mariano e José Pacheco Pinheiro, Emilio Batista Gomes e Manoel Grácia.

Iraty

     Esperavam os fundadores que os trilhos da Estrada de Ferro passassem pela região do Irati-Velho, onde hoje se encontra a Vila São João, o que traria progresso e estabilidade as povoado original. Tal fato não ocorreu, a ferrovia ao ser construída foi desviada, certamente em função da topografia, indo atingir o povoado do Covalzinho. Desta forma foi inaugurada a Estação Ferroviária e Telegráfica, recebendo o nome de Estação IRATY, que logo recebeu forte fluxo migratório e em pouco tempo assumia ares de cidade. 

     Em 1900, Irati era elevada á categoria de Distrito Policial. No ano seguinte foi inaugurada a primeira escola primária, sendo que em 1902, Irati se tornava Distrito Judiciário no território do município de Imbituva. A lei Estadual nº 716, de 02 de abril de 1907, criou o município de Irati, cuja instalação se deu no dia 15 de julho daquele mesmo ano.

E, agora, então, uma homenagem do meu programa e da Rádio Najuá a alguns de nossos municípios irmãos que engrandecem a região Centro Sul do nosso estado.


FERNANDES PINHEIRO

Fernandes Pinheiro ontem

     A primeira denominação do atual município de Fernandes Pinheiro foi Imbituvinha, de colonização antiga, surgindo de uma parada de tropeiros que demandavam ao sul, na última década do século XIX. O nome da localidade é referência á Estação Ferroviária Fernandes Pinheiro, em homenagem ao engenheiro Antônio Augusto Fernandes Pinheiro, diretor da Estrada de Ferro São Paulo – Rio Grande do sul, ainda no começo do século XX.

     Em 1899, o povoado foi elevado á categoria de Distrito Policial no município de Santo Antônio do Imbituva. Em 1907, passou a integrar o município de Irati, voltando a pertencer a Imbituva, por ocasião da construção da ferrovia, á qual era ligada por estrada vicinal. Em 1917, integrou o município de Teixeira Soares. Nesse período a Estação de Fernandes Pinheiro realizava amplo comercio com centros comerciais de destaque, por ser importante centro comercial e industrial, de onde partiam diligências para Imbituva, Prudentópolis e Guarapuava, vindas de Curitiba.

Fernandes Pinheiro hoje

     De 1917 á 1930, Fernandes Pinheiro era reconhecidamente um grande centro comercial da Linha Sul. O distrito orgulhava-se de possuir, naquela época, a maior serraria do Estado, pertencente ao sr. Alberico Xavier de Miranda, inaugurada em 1912.

     O Município de Fernandes Pinheiro foi criado através da Lei Estadual nº 11.266, de 21 de dezembro de 1995, na sede do antigo distrito de Fernandes Pinheiro, com território desmembrado do município de Teixeira Soares. A sua instalação oficial deu-se em 1º de janeiro de 1997.


Nossa homenagem á:

Olá, nossos amigos de IMBITUVA, para vocês também as nossas mais calorosas homenagens

Imbituva ontem

     Em 1871, Antônio Lourenço, antigo conhecedor da região, fixou-se no Pouso do Cupim, ântica denominação da localidade, pois como tropeiro experiente, havia cruzado diversas vezes o trecho dos rios Perdido e Imbituva, se apaixonando pelo lugar.

     Dez anos após o feito de Lourenço, o povoado era elevado á categoria de Vila, com a denominação de Santo Antonio do Imbituva, em referência ao Rio Imbituva e sob os auspícios da Lei nº 651 de 26 de março de 1881.

     No final do século XIX, o povoado viria a sofrer notável influência de imigrantes alemães, poloneses e russos, que chegaram á região, trazendo otimismo e progresso ao antigo povoado do Cupim. Foi fundada em 1909 a Colônia do Cedro com 28 famílias alemães.

Imbituva hoje

     Os italianos já haviam chegado em 1896, e depois de adquirirem uma gleba de terras no antigo Cupim, fundaram uma colônia. Santo Antônio do Imbituva, que teve sua denominação simplificada para Imbituva, é elevada á categoria DE CIDADE E Comarca de Segunda Estância, através da Lei Estadual nº 938, no dia 02 de abril de 1910.

     Havia nos campos uma morada que os viajantes chamavam de “vendinha” e o capitão Antônio dos Santos Ávila começou a edificação de um povoado em 1871, onde em 03 de maio foi feita uma derrubada, erguendo-se uma cruz de madeira no lugar onde hoje se encontra a igreja; pela Lei nº 441 de 23 de fevereiro de 1876, o povoado foi elevado á freguesia. O Distrito Judiciário foi criado pelo decreto nº 480 de 12 de março de 1877.



MALLET – Também merece a nossa mais calorosa homenagem

Mallet ontem

     A colonização iniciou-se em 1884 e registraram-se os nomes de Frederico Carlos Franco de Souza, João Teixeira de Lima e Antônio Rodrigues de Lima. Os desbravadores chegaram e fundaram um povoado denominado Rio Claro. Em 1890 chega á região a primeira leva de imigrantes poloneses. Em 22 de novembro de 1892 foi criado o Distrito Judiciário de Rio Claro. Em 1895 chegam os imigrantes ucranianos.

Mallet hoje

     Em 1903 foi inaugurada a estação ferroviária que recebeu o nome de Marechal Mallet. Tratou-se de uma homenagem ao engenheiro militar, Marechal João Nepomuceno de Medeiros Mallet, natural de Bagé, no Estado do Rio Grande do Sul, que após gloriosa carreira, tornou-se Ministro da Guerra. 

     Com a denominação de São Pedro de Mallet foi elevado á categoria de Distrito Judiciário em 17 de dezembro de 1908. Pela Lei nº 1189 de 15 de abril de 1912, foi criado o município de São Pedro de Mallet, sendo instalado em 21 de setembro de 1912, e desmembrado de São Mateus do Sul. A Lei n° 2645 de 1º de abril de 1929, simplifica a grafia de São Pedro de Mallet, para Mallet.

     Durante a revolução de 1924, o município de Mallet foi palco de operações militares, quando o Hospital de Evacuação de Mallet deixou registrados seus feitos na historiografia brasileira.


Nossa querida REBOUÇAS está na lista de nossas homenagens 

Rebouças ontem

     O primeiro núcleo de colonização iniciou-se no século XIX no município de União da Vitória e denominava-se BUTIAZAL. Em 1902 os moradores de Butiazal se transferiram para o povoado de Rio Azul.

Rebouças hoje

     Em meados de 1904 foi inaugurada a estação ferroviária Antônio Rebouças, que acabou sendo incorporada ao povoado de Rio Azul. Nominam-se como pioneiros: Lourenço Mourão, Honorato Pinto Ferreira, Coronel José Afonso Vieira Lopes, Domingos da Luz, Soares Franco e Coronel Hortêncio de Mello.

     Pela Lei nº 2738, de 31 de março de 1930, foi criado o município de Antônio Rebouças, com território desmembrado de São João do Triunfo. A instalação deu-se a 21 de setembro de 1930, sendo seu primeiro prefeito o sr. Antônio Franco Sobrinho. Em 1º de dezembro de 1937, pelo Decreto-Lei Estadual nº 93, Antônio Rebouças recebeu foro de cidade. 

     A denominação de Antônio Rebouças permaneceu até o ano de 1943, quando foi simplificado seu nome para Rebouças. Foi homenagem ao engenheiro ferroviário dr. Antônio Rebouças, orientador dos trabalhos de construção da Estrada de Ferro São Paulo - Rio Grande do Sul, em companhia de seu irmão André Rebouças, ambos desbravadores dos sertões paranaenses e vultos de grande projeção da engenharia nacional. 


RIO AZUL não poderia faltar nesta relação de homenageados 

Rio Azul ontem
Rio Azul hoje

     Em 1885, penetraram do “Sertão do Jararaca”, as famílias de Domingos Soares de Ramos, José Lourenço Cardoso, Joaquim Marinho, Frederico Ferreira, Joaquim Correia Lopes e Cláudio Amâncio de Oliveira lançando os fundamentos históricos de Ria Azul.

     Posteriormente, a localidade ficou conhecida por Colônia dos Soares e Colônia Butiazal. Em 1902 foi inaugurada a Estação Ferroviária de Roxo Ruiz, denominação que homenageava o engenheiro-chefe de obras da companhia. Em 27 de novembro de 1907 o povoado é elevado á categoria de Distrito, com a denominação de Rio Cachoeira, que não agradou, voltando a denominação de Roxo Ruiz, em 1916. 

     Em 1908 chegaram os imigrantes poloneses e ucranianos. Pela Lei nº 1759, de 26 de março de 1918, foi criado o município de Roxo Ruiz. O primeiro prefeito foi o Coronel Hortêncio Martins de Mello. Em 18 de setembro de 1920, o município deixa de chamar-se Roxo Ruiz, recebendo a denominação de Marumby, pertencente ao termo de Irati.

     Nova alteração ocorreu em 02 de janeiro de 1930, desta feita passando a se chamar Rio Azul, em referência ao Rio Azul, que banha o território municipal. As águas deste rio apresentam um tom azulado, devendo-se a este fato a escolha de sua denominação.

     O município foi criado pelo Decreto nº 1759, de 23 de março de 1918. A criação do Distrito Judiciário se deu pelo Decreto nº 2231 de 15 de setembro de 1932.

     Na Secretaria de Estado do Meio Ambiente consta o nome Rio Azul dos Soares e não Colônia dos Soares. Pelo Decreto nº 461, de 27 de novembro de 1907, foi criado o Distrito Judiciário com o nome de Rio Cachoeira. A Lei nº 1351, de 17 de abril de 1913, criou o Distrito Judiciário Roxo Roiz. A partir de 1914 voltou a vigoras o nome de Roxo Roiz.


PRUDENTÓPOLIS não poderia estar de fora deste nosso grupo de homenageados 

Prudentópolis ontem
Prudentópolis hoje









      Em 1814, Firmo Mendes destina parte de suas terras para a formação de um povoado, constrói uma capela, e a pedido do Pároco de Guarapuava, entroniza uma imagem de São João Batista.

     O lugar começa a receber famílias que constroem casas, alguns montam pequeno comércio, e todos passam a chamar o local de “Vilinha”. A Lei nº 25 de 26 de janeiro de 1886 transforma o povoado de Vilinha em Distrito, com a denominação alterada para São João de Capanema, em homenagem ao santo padroeiro do lugar e ao Barão de Capanema. 

     No final de 1894, as terras devolutas de São João de Capanema são destinadas á colonização, por determinação do Governo Federal. O dr. Cândido Ferreira de Abreu foi designado como diretor da futura colônia, e a batizou de PRUDENTÓPOLIS, numa homenagem ao ex-presidente da República, dr. Prudente de Moraes Barros.

     Contemporaneamente estabeleceram-se imigrantes poloneses. Em 05 de março de 1906, pela Lei Estadual nº 615, foi criado o município, com território desmembrado de Guarapuava. Prudentópolis foi elevado á categoria de cidade em 14 de março de 1929, através da Lei nº 2614.


INÁCIO MARTINS, município onde temos muitos amigos, também faz parte do grupo de homenageados por este programa e por esta grande emissora.

Inácio Martins ontem

     Antes que as primeiras famílias pioneiras lançassem suas sementes nesta terra especial, outros povos habitaram-na e da mesma forma plantavam e colhiam, caçavam, pescavam e criavam seus filhos nas belas faxinas. Eram os índios Camés, Dorins e Votorôes.

Inácio Martins hoje

     Os fundamentos históricos da colonização do município de Inácio Martins datam do ano de 1892, quando as famílias Stresse, Schleder e Martins ali se estabeleceram. A primeira denominação do local foi Guarapuavinha e uma das providências que as famílias pioneiras tomaram foi à construção de uma pequena capela. O ramal dos trilhos de aço da via férrea, em muito contribuiu para a estabilidade regional, que viveu tempos áureos no período da industria madeireira.

     Pela Lei nº 971, de 09 de abril de 1910, foi criado o Distrito Judiciário de Guarapuavinha. O município foi criado em 25 de julho de 1960, pela Lei nº 4245, com denominação alterada para Inácio Martins e com território desmembrado de Guarapuava. O nome da cidade é homenagem ao engenheiro civil Inácio Martins, que dirigiu os trabalhos de construção da Estrada de Ferro até a localidade. 

     A instalação oficial do município se deu a 25 de novembro de 1961, sendo seu primeiro prefeito o Sr. Artagão de Mattos Leão. Acabou-se o que era muito mais doce, que ouviu, se regalou-se e, quem não ouviu, pode acessar a página desta emissora na internet e conferir todas as homenagens que acabamos de fazer.

E após todas estas lindas e importantes informações históricas sobre a nossa capital Curitiba e municípios vizinhos da região centro-sul do nosso estado, desejo uma boa tarde a todos os ouvintes que nos acompanharam nesta tarde de sábado, convidando-os para que, no próximo sábado, estejam novamente conosco. Até lá.

     

     

   

 

     

Comentários

Enquete

Supermercados abertos em domingos e feriados é uma boa ideia?

  • não
  • sim
Resultados