Matérias / Irati de Todos Nós

17/06/16 - 10h22 - atualizada em 23/06/16 às 16h56

Pérolas iratienses

Programa “IRATI DE TODOS NOS”

JOSÉ MARIA GRÁCIA ARAÚJO 

          Estamos mais uma vez com vocês prezados ouvintes, como o fazemos todos os sábados, para darmos continuidade ao nosso programa “IRATI DE TODOS NOS”.

           Primeiramente desejo a todos uma boa tarde de sábado e um feliz domingo, repleto de felicidade, amor e muita satisfação, por vivermos todos nesse maravilhoso recanto do Brasil chamado IRATI. Nosso caudaloso RIO DE MEL.

           Como vem acontecendo nos meus últimos programas, novamente, voltarei a abordar outras PEROLAS da história do nosso município. Já tivemos a oportunidade de comentar sobre as PÉROLAS da nossa historia social e, também, as PÉROLAS da arquitetura de madeira de IRATI.

           Para hoje selecionamos algumas PÉROLAS históricas do ensino Iratiense.

           As primeiras iniciativas para se introduzir o ensino primário em nosso município retroagem ao ano de 1901, seis anos antes da data da nossa emancipação, que ocorreu em 15 de julho de 1907. Os trilhos da estrada de ferro São Paulo Rio Grande, recém haviam chegado a Vila do Covalzinho. Muitas novas famílias estavam chegando de todas regiões do Estado, em busca do novo ELDORADO paranaense. Famílias completas, que na época, além do casal, traziam consigo inúmeros filhos, ainda muito jovens, e em época de iniciarem seus aprendizados escolares.

            Foi quando surgiu na vida iratiense a nossa FADA MADRINHA da educação.

             Em pleno sertão agreste, um pequeno aglomerado de casas, mal cobertas de palha ou tabuinhas, recebia na estação ferroviária sua primeira mestra do ensino.

             Nesse povoado, com o coração transbordando de esperanças, Rosalina Cordeiro de Araújo assumia a regência da primeira escola, funcionando em depósito de erva-mate, perto da Estação ferroviária, sem nenhum requinte pedagógico e cujo mobiliário consistia em um tosco quadro negro, pendurado na parede; mesa e cadeira da professora e bancos rústicos, compridos, onde os alunos se sentavam.

            Isso tudo enquanto o bondoso “NHO ESCULÁPIO”, único carpinteiro e marceneiro do povoado executava, com ferramentas rudimentares, as carteiras, que seriam entregues e recebidas com aplausos de todos os alunos e professora.

            A escola atendia as crianças do povoado e das povoações vizinhas, que usavam como meio de locomoção para chegarem a escola, o cavalo, à carroça ou vinham a pé mesmo, pelos carreiros e picadas abertos no meio da mata.

            A Escola funcionava em dois turnos, um de três horas pela manhã e outro com a mesma duração, à tarde.

            Foi então que a luz do saber começou a brilhar, sob a direção da jovem professora que ensinava seus alunos ao ritmo de cantorias: dois vezes dois, quatro; dois vezes três, seis; dois vezes quatro, oito. Música que atravessava as janelas sem caixilhos nem vidros e as frestas do tabuado das rústicas paredes da escola improvisada.

            Este método de aprender cantando produzia resultados extraordinários, caindo depois em desuso e sendo citado como arcaico. Nos dias de hoje o vemos, novamente, aplicados na escola moderna, no estudo das mais diversas matérias, principalmente, a história.

           A escola era, então, o centro da vida social da comunidade. Dela eram os alunos que nos casamentos, bailes e demais festas apresentavam números de arte, tais como, declamações, canto e representações.

          Os feriados nacionais, que na época eram reduzidos, mas que, no entanto eram entusiasticamente comemorados com práticas cívicas, cultuando-se a bandeiras e os vultos nacionais na exaltação de seus feitos heróicos.

          Em recreações e piqueniques na ponte de ferro do Budel, eram abrilhantados por senhoras trajando seus mais belas blusas ou aventais, bordados pelos alunos da escola.

         


Rosalina Cordeiro de Araújo – Dona Noca – dedicou sua vida à infância iratiense, em pleno sertão agreste, sem contar com muitos recursos, mas com muita vontade, esperança, dedicação e carinho semeou saber e deixou exemplos dignos das nossas melhores aspirações.




          Outra PEROLA do nosso ensino, é sem dúvidas o Colégio Estadual São Vicente de Paulo, que completará 90 anos no próximo dia 27 de setembro.

        A Congregação da Missão foi fundada por São Vicente de Paulo, e no Brasil remonta a 1819, quando chegados de Portugal, os padres vicentinos se empregaram em três tipos de obras: as missões, os colégios e os seminários. De Minas Gerais, onde se estabeleceram, partiram para vários Estados. Em 1925 começaram em Irati, com o Pe. Sebastião Mendes e Pe. Souza a construção do prédio da Escola Apostólica São Vicente. No dia 08 de março de 1928 teve início o primeiro ano letivo da escola. O seminário funcionou até 1949 e no ano seguinte foi implantado o Ginásio e sua estadualização se deu em 1953. O curso científico apareceu em 1957, o curso técnico em contabilidade em 1962 e em 1965 começou a funcionar o ginásio noturno. Já em 1975, com a reorganização do ensino em Irati, foram abertos os cursos de Patologia Clínica, Técnico em Contabilidade e Magistério. De 1982 a 1984, funcionou o curso de aperfeiçoamento para professores – Estudos adicionais em alfabetização. E em 1995 o Colégio São Vicente foi escolhido para o local de exames de equivalência, que foram realizados em fevereiro e julho, daquele ano.

          São 3.200 m2 de área construída, em um total de 83.000 m2 de área, que inclui um campo de futebol e uma quadra poliesportiva, pelas quais já passaram cerca de 13.000 alunos, dentre os quais vários nomes hoje importantes em quase todo o Estado do Paraná, no Brasil e no Exterior. Dentre os mestres e servidores que ali prestaram seus serviços, podem ser citados: Pe. Carlos Damiano Zanata, Ex-missionário no Zaire, África; Pe. José Pires de Almeida, diretor do Colégio São Vicente, do Rio de Janeiro; Pe. Lima; Pe. Rui Pereira; Pe. Nicolau; Pe. Marcelo; Pe. Wilson; Pe. Felix e Dom Narbal.











         Nossa terceira PEROLA, desta tarde, não poderia deixar de ser o Grupo Escolar Duque de Caxias.

         Guarda-pó branco, sacola de pano com alça, conhecida como BOCÓ, para se carregar os livros e cadernos, caneta tinteiro, calças de brim até os joelhos, sustentadas por suspensórios, alpargatas ou pés descalços mesmo, gorro de meia na cabeça, cetra no pescoço e muitas e muitas bolinhas de gude nos bolsos. Estes eram os principais acessórios de um “típico” aluno no Grupo Escolar Duque de Caxias, isso lá pelos anos 40/50. As aulas eram pela manhã das 08h00  às 12h00m. Ou à tarde das 13:00 às 17:00 hs. E todas iniciavam sempre, com todos os alunos perfilados e cantando o Hino Nacional ou, em ocasiões especiais, os hinos a Bandeira, do Soldado ou da República. Bons tempos aqueles em que o senso patriótico ainda era incutido em nossas mentes e corações adolescentes.

          O ensino de primeiro grau abrangia, então, o jardim da infância, o 1º, 2º, 3º e 4º ano primário, que tinham como principais matérias a Aritmética, o Português, Ciências Naturais, Geografia, História do Brasil e mundial, Caligrafia, canto, religião, Educação Moram e Cívica e trabalhos manuais.

         Um professor para cada matéria? Não, isso era um luxo que não existia naqueles tempos. A mesma professora era responsável por todas as matérias que eram ministradas. Iniciava-se o dia com uma professora e terminava-se com a mesma. Chegava-se ao final do ano até a confundi-la com a nossa própria mãe, de tanto que convivíamos com ela.

          A entrada e a saída das aulas, a frente do DUQUE mais parecia um “POMBAL”, pois eram tantos os moleques trajados com seus guarda-pós brancos, falando ou resmungando sem parar, que pareciam esfomeados pombos um volta de um punhado de milho.

           Logo após a entoação do hino, todas as classes adentravam as salas de aulas, onde cada aluno tinha sua carteira já pré-determinada, sendo que os mais adiantados se sentavam mais à frente e aqueles de menor rendimento escolar iam logo para o fundo da classe. Rezava-se um Padre Nosso ou uma Ave Maria, e todos se sentavam, colocando o tinteiro num orifício da carteira especialmente destinado para esta função e, só então, é que a aula começava.

           No início de cada ano, a primeira e mais temida iniciativa tomada pela professora era escolher um dos alunos (geralmente o mais CDF de todos) para ser o monitor da classe, e que recebia numa das mangas de seu, impecável, guarda-pó branco, uma vistosa cruz vermelha, que lhe conferia as honras de monitorar todos os alunos da sua sala.

           Os deveres de casa, que eram determinados diariamente pelas professoras era outro nosso grande tormento, pois nos tomavam preciosas horas de gostosas brincadeiras de rua. Porém era muito difícil que alguém, dentre nós, não cumprisse a risca essa importante e implacável tarefa, pois a penalidade era quase sempre, escrever, pelo menos, umas 500 vezes frases como: “Não devo deixar de fazer meus deveres de casas” e se houvesse reincidência, a penalidade poderia ser a de se ter de comparecer ao GABINETE da diretora, e ai sim é que o bicho pegava.

          O melhor momento do dia era, sem dúvidas, a hora do RECREIO; era uma loucura... Cada um queria aproveitar da melhor forma possível aqueles fantásticos 15 minutos, mal dava tempo de pensar na “MERENDA” a ponto de ela chegar, algumas vezes, retornar intacta para casa. Uns jogavam “bola de gude”, outros brincavam de mãe; havia aqueles que preferiam as gangorras que existiam no pátio. E assim se passava este momento tão querido de todos nos. O sino tocava, anunciando todos os eventos, de entrada e saída das aulas, recreios ou outra qualquer atividade que se programasse. O sinal mais esperado, no entanto, era o que anunciava o término do dia escolar: era um alivio mesclado de euforia, todos marchavam disciplinadamente até os limites internos do grupo, dali para frente era um DEUS NOS ACUDA. Era neste momento que, invariavelmente, acontecia um PEGA. PEGA era uma daquelas brigas “tira teima” marcadas dentro da própria sala de aulas, pelos mais insignificantes motivos, e que ia desaguar na saída das aulas. Era marcada pelo código “ME ESPERA NA SAIDA”, e ai daquele que corresse da raia, pois logo estaria desmoralizado por todos que, em couro, cantavam; “Correu de medo cagou no dedo” e sua honra de moleque ia pras cucuias. Se o desafio fosse aceito, formava-se uma roda com os dois contendores ao centro, e os atiçadores fomentando “quem for mais homem gospe no outro” ou “quem for mais homem passa desse risco” e, quando nada disso resolvia, restava então, empurrar um para cima do outro e esperar para ver o que ia dar. No dia seguinte, podia-se esperar, os brigões estariam com algum olho roxo e, provavelmente, com uma suspensão de uns três dias.

As aulas de ciências naturais eram, na maior parte das vezes, as preferidas da maioria, porém a molecada não gostava muito de trabalhos manuais, pois eram obrigados a “bordar” e a costurar, e isso era uma verdadeira humilhação para o sexo masculino da época. Quando não se tinha estudado suficientemente um “PONTO”, como eram chamados os textos que tinham de ser falados a viva foz durante as aulas, a única solução era apelar para “Professora, estou apertado, da para ir ao banheiro” e arriscar ficar lá até que as coisas se acalmassem. Outra técnica, muito utilizada era a de levar uma maçã, ou outro agrado qualquer para a professora e esperar que ela entendesse a mensagem e compadecida livrasse a nossa cara.

            Quando a Diretora, ou outra pessoa qualquer entrava na sala, durante uma aula, éramos com soldados, ao comando da ordem do sargento, todos ficávamos em pé em um ato rápido e firme e só sentávamos ao ouvirmos do visitante “Ponde sentar”.

             Esse era o nosso velho e querido Grupo escolar Duque de Caxias, uma das PEROLAS da educação e do ensino do nosso município.

        Como mais uma PEROLA do nosso ensino, escolhi o inesquecível Colégio Irati.

         Em 1939 reuniram-se o Dr. Acy Cordeiro de Moraes, o professor Tito Calderari, o Dr. Antonio Lopes Júnior, e diversos outros professores que cooperaram para a realização de um ideal – a fundação de um Ginásio – quando a cidade de Irati começava a expandir-se.

         E, em 1940, funcionava oficialmente, sob inspeção preliminar, o Ginásio Irati. Primeiro estabelecimento de ensino secundário do sul do Estado do Paraná.

         Estava, desse modo, resolvido o problema da época, que era o de possibilitar a inúmeros patrícios ilhados no interior, a conquista do curso ginasial.

         Posteriormente outros ginásios se foram fundando em diversos pontos da zona sul-paranaense. Em União da Vitória, Mallé, São Mateus do Sul e, ainda em Irati, os ginásios Nossa Senhora das Graças e São Vicente de Paulo.

         Competentemente administrado pela tradicional família CALDERARI, o Colégio Irati, foi um dos esteios da formação educacional e cultural de grande parte dos jovens iratienses.

        Funcionando como semi-internato e externato para ambos os sexos e sob a inspeção do Governo Federal, o Ginásio Irati iniciou suas atividades no mês de fevereiro de 1940. Funcionando inicialmente em um velho barracão de madeira, de propriedade da antiga Sociedade Alemã de Irati, teve como seu primeiro Diretor Superintendente, o professor Tito Calderari, e o médico Acy Cordeiro, como Diretor Educacional. Junto ao Ginásio Irati, funcionavam a Escola Técnica de Comércio Iratiense – que formava contadores. A Escola Normal Livre Braz Calderari – Sob a outorga do Governo Estadual para a formação de professores primários normalistas, o Curso de Admissão e curso ginasial e Cientifico. Como se pode verificar o Ginásio Irati oferecia a juventude iratiense, toda uma gama de opções vocacionais.

         Em novembro de 1945, com a morte do professor Tito Calderari, o Ginásio Irati passou para a direção do Dr. Luiz Aníbal Calderari, professor José Emilio Calderari e Dr. Antonio Lopes Júnior, como secretário.

 Por muitos e muitos anos o casarão do Ginásio Irati, foi um ponto de referência de ensino regional e Estadual. Por isso é, também, uma das PEROLAS da educação e do ensino de Irati.

      Outra PEROLA do nosso ensino foi o Seminário Santa Maria do Riozinho, hoje nossa Unicentro.

       Trajano Grácia e Olívia Maria Anciutti se conheceram em 1918, e desde então, acalentaram o “sonho” de, um dia, edificarem o ‘PALÁCIO DAS VOCAÇÕES SACERDOTAIS”.

       Nem um outro lugar do mundo seria mais adequado para receber tão grandiosa obra, do que o seu querido RIOZINHO. Terra de fervorosos devotos da fé cristã, todos haveriam de comungar, juntamente com o jovem casal, na concretização de tão nobre missão. Em 1922, Trajaninho e Mariquinha se casaram, lá mesmo no Riozinho. No altar, da recém construída Igreja de Santo Antônio, o padre francês Michel, oficializou o enlace.

       Mesmo após assumirem a nova responsabilidade nupcial, o casal preservou vivo, como a própria chama do seu amor, o compromisso do “sonho” compactuado. Nada abalou o ideal, outrora concebido.

      Chiquetos, Boscardins, Chamis, Binis, Massuquetos, Puquieviczs, Valengas, Stronas, Stasiaks, Konopkas, Zampieres, Kavas, Moraes e muitas e muitas outras tradicionais famílias do Riozinho se uniram aos sonhadores, Olívia e Trajano.

      Em 1950 a pedra fundamental do casarão foi cravada no topo de uma verdejante colina e como uma semente extremamente fértil, a “pedra primeira” produziu seus frutos. Em 1953, com a chegada da primeira turma de seminaristas, a missão de Trajano e Mariquinha se concretizou e o “SONHO SE REALIZOU”. Hoje o local abriga uma das maiores Universidades de todo o Paraná a UNICENTRO.

       Ufa! Lá vai mais uma PEROLA do ensino de Irati, que foi sem dúvidas, o Colégio Nossa Senhora das Graças.

       Aos 12 dias do mês de agosto de 1930 as Irmãs Helena Holek e Irene Miketa, da congregação das Irmãs de Caridade de São Vicente de Paulo da Província de Curitiba, desembarcaram na cidade de Irati, fixando a sua residência à Rua 19 de Dezembro, iniciando logo, em seguida, as atividades para s quais vinham incumbidas, ou seja: dar e cultivar a educação moral e religiosa, bem como a instrução às crianças iratienses pela abertura de uma escola primária sob a administração do Instituto Nossa Senhora das Graças, além de ministra às jovens aulas particulares de desenho, pintura, bordador, costura e música e auxiliar nos trabalhos paroquiais dirigindo o coro, ensinando catecismo e ornamentando Igrejas.

      Em 1934 a primitiva escola já não comportava os numerosos alunos que afluíam ao estabelecimento, tornou-se então necessário à construção de um novo prédio que preenchesse esta lacuna e, além disso, pudesse receber alunos internos dos municípios vizinhos. Relativamente aos progressos da cidade, exigiu-se também um progresso na cultura dos seus filhos e para tal, em 1945, foi criado o 1º ciclo do Curso Secundário para meninas isto é, o Curso Ginasial intitulado Nossa Senhora das Graças.

      Em breve, porém, este curso já não satisfazia às jovens sedentas por uma cultura mais elevada. Muitas delas ambicionavam por galgar o campo do magistério, e as mestras não se sentiam sobrecarregadas com os ensinamentos que ministravam. Para a satisfação da juventude estudiosa de Irati, em 1946 foi criado o Curso Normal Secundário, também, conhecido, na época, como Curso de Formação do Professor Primário, onde as jovens, preparavam-se para divulgar a instrução e, sobretudo, a sólida educação às crianças que seriam o futuro de Irati. Ao lado dessas atividades de caráter instrutivo e educativo, em 1946 foi fundado outro ramo de caráter caritativo, ou seja, o Orfanato Santa Luiza, destinado ao recebimento de meninas de 3 a 10 anos, órfãs, ou de pais muito pais muito pobres as quais gratuitamente gozavam de todas as regalias das alunas internas, inclusive educação, instrução, alimentação, roupas e medicamentos, correndo tudo por conta do Colégio Nossa Senhoras das Graças e que o Orfanato estava filiado. Desde então este educandário vem desenvolvendo suas atividades sempre em prol de uma Irati mais instruída, educada e religiosa, Poe isso e por muito mais é que o Colégio Nossa Senhora das Graças é, sem duvidas, uma das PEROLAS da educação e do ensino de Irati.

      Nossa sétima PEROLA, é o Colégio São Pedro Canísio, porém como infelizmente ainda não possuo dados históricos sobre sua fundação e atuação em nossa cidade, deixarei para uma próxima ocasião o relato de sua trajetória em nosso município, assim como, tenho a intenção de homenagear em outra ocasião todas as demais escolas do município, tanto aquelas que se encontram na nossa área urbana, como, também, aquelas que estão distribuídas em nossa zona Rural. 



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