Policial / Notícias

22/09/18 - 12h59 - atualizada em 22/09/18 às 13h19

Condenado por morte de adolescente grávida é detido em São Mateus do Sul

Edmilson Pedro Natel de Oliveira foi condenado, em março, a 19 anos e nove meses de reclusão

Da Redação, com informações das Rádios Difusora do Xisto e Cultura Sul 

Homem condenado por homicídio da amante foi conduzido à carceragem da 3ª SDP

A equipe de investigação da 3ª Subdivisão Policial (SDP) cumpriu mandado de prisão expedido pela justiça contra Edmilson Pedro Natel de Oliveira, conhecido como Paulistinha, na tarde de quinta-feira (20). O ex-operador de máquina da Prefeitura de São Mateus do Sul foi condenado, em março, a 19 anos e nove meses de prisão pela morte da adolescente Laís Lima de Paula, de 17 anos, que estava grávida, entre o sétimo e o oitavo mês de gestação.

A sessão de julgamento de Paulistinha, em júri popular, ocorreu no dia 2 de março deste ano, no Tribunal do Fórum de Justiça Túlio de França, e durou mais de dez horas até que o juiz proferisse a sentença. Paulistinha foi encaminhado à carceragem da 3ª SDP.

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Assassino era o pai do bebê

Laís foi encontrada morta na madrugada de 23 de novembro de 2010, às margens da BR-476, em Antônio Olinto. A menina, que morava na Vila Americana, em São Mateus do Sul, era dada como desaparecida havia quatro dias e estava grávida. Paulistinha foi apontado como amante da jovem e como pai da criança que ela esperava. Ao ser detido, ele confessou o crime e alegou que era chantageado pela vítima, que ameaçava revelar o caso extraconjugal e a gravidez para sua mulher.

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O corpo foi localizado numa área de reflorestamento e, conforme o Instituto Médico-Legal (IML) informou à época, já estava em decomposição. A jovem foi morta dentro do carro do autor, após uma discussão. Pressionado com a possibilidade de ter o caso revelado para a esposa, o autor estrangulou a vítima com uma gravata. No depoimento à Polícia Civil, Paulistinha disse que acreditou que Laís apenas estivesse desmaiada. Ele abandonou o corpo no matagal e fugiu.

Pelo homicídio, ocultação de cadáver e aborto provocado por terceiro, pois o bebê também morreu, Paulistinha foi condenado a 19 anos e nove meses de prisão.

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