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25/04/18 - 14h16 - atualizada em 25/04/18 às 19h09

Revitalização do chafariz gera despesa de R$ 91 mil ao município

No ano passado foram gastos R$ 42 mil e a previsão na retomada da obra agora em 2018 é de gastar mais R$ 49 mil

Jussara Harmuch

A resposta solicitada na semana passada pelo vereador Roni Surek (PROS) a respeito dos gastos com a revitalização do chafariz da praça Etelvina de Andrade Gomes, em frente da igreja Matriz Nossa Senhora da Luz, em Irati, foi lida na sessão da Câmara realizada na terça-feira (24). 


A construtora Cathio foi quem executou o trabalho em 2017 e o custo da obra foi de R$ 42.500, considerando calçamento; recuperação de bancos, do parquinho, das lixeiras e da academia ao ar livre. Somente com a tentativa de restaurar o chafariz foi gasto R$ 16.146,59, compreendendo alvenaria, iluminação, fechamento de trincas, isolamento, pintura e uma nova bomba.

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Foram gastos 75 mil litros de água a cada dia em operação, no entanto, o chafariz foi desligado quando se constatou vazamento, decorrente da corrosão do ferro e aço utilizados na estrutura que fora construída no ano de 1982. Este fato impediu o seu funcionamento, informa o secretário de Arquitetura, Engenharia e Urbanismo, Dagoberto Waydzik, no ofício de resposta encaminhado pela prefeitura. A bomba centrífuga utilizada nesta tentativa será readequada para outras atividades.

Já em 2018, o orçamento feito pela prefeitura para retomar o funcionamento do chafariz foi de R$ 63 mil, porém, a construtora executora da obra, a mesma Cathio, aceitou diminuir este valor para R$ 49.500.

Para Roni, os gastos que estão sendo empregados nesta revitalização oneram o erário, enquanto a Câmara tem feito economia para devolver recurso para o Executivo aplicar em ações básicas como Saúde e estradas.

O presidente da Mesa Diretora, Hélio de Mello (PMDB), explicou que a Câmara tem direito a 7% do orçamento Municipal, no entanto, só recebe 3%.

Com uma receita orçamentária prevista para o município de R$ 148.179.050,69 para 2018, coube à Câmara o valor de 4.445.370,00, que corresponde aos exatos 3% mencionados por Mello. No entanto, passa a ser mais de 20%, se comparado ao valor da arrecadação própria do município (ISS, taxas, alugueis etc, que somados representam em torno de 15% do orçamento geral).

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