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03/02/17 - 11h50 - atualizada em 03/02/17 às 11h52

Correios vão reduzir total de agências

Com medida, empresa economiza nos custos de manutenção ou aluguel dos imóveis e no enxugamento do quadro de funcionários

Da Redação, com Revista Veja


Com quatro anos seguidos de prejuízo, os Correios estudam fechar agências próprias em grandes centros urbanos de todos os Estados brasileiros. A fusão de agências faz parte de um plano de economia que está sendo implementado pela direção para tentar reverter a crise que a Empresa Brasileira dos Correios e Telégrafos (ECT) enfrenta, mais de dez anos após ser o palco inaugural do escândalo do mensalão.

O número ainda não está fechado, mas a estatal – que registrou em 2016 prejuízo em torno de 2 bilhões de reais, patamar semelhante ao de 2015 – vai fundir agências consideradas “superpostas”, ou seja, muito próximas. Um exemplo: na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, num raio de 10 quilômetros, existem 20 agências próprias da empresa, uma a menos de um quilômetro da outra. 

Com o fechamento de agências próprias, os Correios economizam nos custos de manutenção ou aluguel dos imóveis e no enxugamento do quadro de funcionários. As agências franqueadas são selecionadas por meio de uma oferta pública e remuneradas com um porcentual das receitas dos serviços. Atualmente, oferecem quase todos os serviços postais das agências próprias, mas não atuam como correspondentes bancários. Há negociações para que os franqueados possam também oferecer serviços financeiros por meio do Banco Postal.

Leia a matéria completa no Porta da Revista Veja

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Programa de demissão voluntária

No final do ano passado o  presidente dos Correios, Guilherme Campos, disse  que a empresa fará um plano de demissão voluntária como medida para amenizar os prejuízos. Segundo Campos, o plano tem como foco os servidores que já têm idade para se aposentar ou já são aposentados pelo INSS. 

A proposta que vem sendo estudada prevê a redução da jornada de trabalho, com queda de remuneração, a revisão dos mecanismos remuneratórios e do plano de funções, além de mudanças no modelo de custeio do plano de saúde dos empregados da estatal.

As despesas com pessoal subiram de 49% para 62% dos gastos totais da estatal, depois da análise financeira da instituição.

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