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11/06/13 - 01h35 - atualizada em 11/06/13 às 01h40

Ex-presidente da Câmara de Guarapuava perde os direitos políticos por três anos

Admir Strechar é acusado de desviar parte dos salários dos assessores entre os anos de 2007 e 2011
Da Redação, com informações da RPC/TV


O ex-presidente da Câmara de Vereadores de Guarapuava, Admir Strechar, foi condenado à suspensão dos direitos políticos por três anos. Ela também terá que pagar uma multa, de acordo com a ação movida pelo Ministério Público.

Strechar não prestou contas da receita e dos gastos da Câmara durante seu mandato no período entre janeiro de 2007 até novembro de 2011. Em outubro do mesmo ano, o ex-vereador foi preso pelo Gaeco, durante a operação fantasma. Ele é acusado de desviar parte dos salários dos assessores. A decisão cabe recurso.

Admir Strechar responde 20 ações na justiça


Investigações

As investigações do MP revelam que Strechar usou dinheiro do legislativo guarapuavano para adquirir pneus de seus carros. No total, foram gastos R$ 7.400.

Strechar responde 20 ações na justiça. A maioria dos crimes se refere ao crime de peculato (desvio de dinheiro público). O vereador também é acusado de ter contratado funcionários fantasmas, ou seja, assessores que ganhavam sem trabalhar.

O Promotor de Justiça, Cláudio Cortesia, avalia que os atos praticados pelo ex-presidente da Casa mostram que a cidade de Guarapuava possuía “cabos eleitorais de luxo” pagos pelo dinheiro público.

Acusados

Outros quatro ex-vereadores são acusados de fazer contratações irregulares na Câmara. Fernando da Maça, Thiago Córdova, Hamilton Carlos de Lima e Sadi Federle.  João Napoleão, que foi reeleito nas eleições 2012 também está responde processo na justiça. Caso condenados eles terão que devolver R$ 10 milhões aos cofres públicos.

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