Política e Eleição / Notícias

03/03/19 - 21h50 - atualizada em 03/03/19 às 22h11

Bacil defende criação de Frente Parlamentar da Erva Mate na ALEP

Deputado do PSL busca apoio para fomentar a cadeia produtiva da erva mate, produto regional que faz parte da história paranaense

Da Redação, com informações Assessoria 

O deputado estadual Emerson Bacil (PSL) usou a Tribuna na sessão da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), na última terça-feira (25), para defender a criação da Frente Parlamentar da Erva Mate, a fim de buscar apoio para fomentar a cadeia do produto de importância regional que faz parte da história paranaense. São Mateus do Sul, sua base eleitoral, é considerada a Capital da Erva Mate.

Ao discutir o tema, o parlamentar defende o potencial da erva mate em gerar renda para o pequeno produtor e emprego e desenvolvimento no Sul e no Centro-Sul do Paraná, onde a erva mate sombreada, que cresce em meio à mata nativa, é diferenciada pelo sabor e qualidade.

Confira mais detalhes no áudio abaixo

Entre os deputados que apoiaram a proposição de Bacil estão Luiz Fernando Guerra (PSL); Jorge Brand, o Goura (PDT); Hussein Bakri (PSD), líder do governo na ALEP; Anibelli Neto (MDB); Alexandre Curi (PSB); Mabel Canto (PSB); Rodrigo Estacho (PV); Michele Caputo Neto (PSDB); Tadeu Veneri (PT), Nelson Luersen (PDT); Artagão Júnior (PSB); Professor Lemos (PT); Delegado Recalcatti (PSD) e Delegado Fernando (PSL).

PUBLICIDADE

Eletricidade em pequenas propriedades rurais

O parlamentar aproveitou a ocasião e também se manifestou a respeito das ligações de energia elétrica para pequenas propriedades rurais. Citou como exemplo, a localidade de Monjolo, em São Mateus do Sul, que enfrenta dificuldades nesse sentido. O deputado relatou que recebeu visita de produtores dessa região, que reclamaram do problema.

Bacil argumentou que o impedimento de acesso de pequenos produtores à energia elétrica em suas propriedades tem a ver com a categorização estabelecida pelo INCRA em 1997 quanto aos módulos rurais, cujo tamanho pode variar de município para município. “Não podemos confundir as pessoas que querem trabalhar com isso comercialmente, dividindo módulos para ganhar dinheiro, vendendo chácaras e aquela situação de pai de família, que, vendo seu filho a ponto de se casar ou aumentando a família, não pode doar um pedaço de seu terreno para a construção de uma casa, que é a sucessão de família”, disse.

PUBLICIDADE

Os moradores estariam enfrentando problemas relativos ao parcelamento de solo, pois a Copel estaria considerando as medidas dos terrenos similares aos característicos de condomínios e loteamentos urbanos, descaracterizando-os do perfil de cliente rural.

Acompanhe a explanação do deputado no áudio abaixo

Quer receber notícias locais? Envie whats para 42 991135618 SIM NOTICIAS ou cadastre seu e-mail na newsletter pelo site da Najuá


Comentários

Enquete

Você acha que existe um grande número de pessoas que recebem aposentadoria sem ter contribuído o suficiente?

  • Não
  • Sim
Resultados